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Erra uma vez
"nunca cometo o mesmo erro duas vezes já cometo duas três quatro cinco seis até esse erro aprender que só o erro tem vez". Paulo Leminski
Escrito por Weder Soares às 09h30
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"Não sois maquinas, homens é que sois".
Charles Spencer Chaplin
Escrito por Weder Soares às 09h24
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Amigos Visitem o BLOG do poeta amigo Eduardo Lacerda
http://desaforum.blogpost.com/
Eu recomendo é sensacional!!
Escrito por Weder Soares às 16h50
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Assim
Quero todas as incertezas/
Fixadas na porta da geladeira.
A lista/
a vista.
Formas de amar em versos/
trocar as fronhas, lençois
apertar o cinto/
Abrir as janelas,
servir-me do sol...
Até você voltar.
Escrito por Weder Soares às 16h47
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Comente meu BLOG
wederpoetago@hotmail.com
Escrito por Weder Soares às 11h50
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Escrito por Weder Soares às 11h45
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"Demasiado semelhante ao relâmpago, que desaparece antes que ele possa dizer: ele brilha".
Willian Shakespeare
João Versos
Dez dedos/
As palmas
Prismas/
(A)bandeij(ando) letras
O nó da gravata/
Olhos/
Nudez/ Néon
Babel de papel/
A deslizar o impossível/.
Segredos miúdos,
apautando formas/ Mitos/
Instantes/
Estantes/
Eustaquios,
(eu)gentes/
Nos cantos e quintos/
Desse mundo (e)geu.
(Ao amigo poeta João Arantes)
Contornos
Do brilho/
Entregue a caneta ficou
As formas/
A (L I N H A) D A S/
P O É T I C A S...
(A R) T R E V I D A M E N T E.
Fluidez
N
o
t
e
l
h
a
d
o
Pingos prontos/
I
n
v
a
d
e
m
a cena/
V
e
r
s
o
s
molhados/
a
c
o
n
t
e
c
e
n
d
o

Escrito por Weder Soares às 11h34
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Cítara
"As cordas menores,
pequenas,
vibram por tabela
sem serem tocadas.
Tanto faz
como tanto fez
ou faça.
Ecoa um som
no meio,
dança de corpos,
ressonâncias;
vibram, pulando
em inocente alegria, alegorias
em eterno Sábado
de Aleluia:
micareme".
João Arantes de seu Livro "Espírito do Tempo"
contatos com autor pelo E-mail j.arantespoeta@bol.com.br 
Escrito por Weder Soares às 07h23
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Até que ponto
O primeiro ponto
tinta/
Os outros letras,
anunciando histórias/
E versos
no prisma da pauta/
Mãe.
Escrito por Weder Soares às 07h16
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Hoje
Nos cantos
o pranto se faz dia/
Derrubando barreiras,
fazendo das angustias/
Páginas do passado.
Escrito por Weder Soares às 07h13
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Um Toque
Almondêgas/
Almofadas/
molho madeira.
Cadeiras enfileiradas/
o tempo/
Areia, arrebol.
Lagosta ao thermidor/
terminou a salada?
Escrito por Weder Soares às 16h29
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Ecos de Poeta
Cereja adocicada/
Mordida na língua
Primeira resposta/
... porta calada
Abusar da palavra posso!
Não estou perdido/
Contemplo formas
Copos, pratos
Prantos e versos/.
Na estrofe mais dura
De mistério/ Candura
Aos sons de clarineta
Blues e algo mais/.
É impossível estancar a fala
Ordinária semente/ Matando coisas
Sepultando gente/
Germinando essa cólera/ ... empautadamente.
Engolirei os gemidos/
Desses poemas rasurados
Redimir meus pecados
Quando?
Pela paixão serei poeta/.
Continuarei a beber Drummond
Yêda, Neruda, Rilke, Arantes/
Arestas/
Pessoas/ passos/
Pontos, virgulas
Que tragas as taças/.
Sentarei na primeira fila
Como um mortal qualquer/
Pipoca amanteigada/ ... salgada
Apertando a boca.
Naufrágio do Titanic
Que tragédia poética
Aos sons do Deus Oceano
O que senti/
Vendo o nada?
Palavras iluminadas
/desejos castos/ gastos
Ao som do silêncio/
Engasgado de ecos/ ocos
Fincarei assim/
Pasmo/
Esperando o começo do fim/.
Onde posso lavar as mãos?
Escrito por Weder Soares às 15h35
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Concurso de Poesia São Bernardo do Campo
II Concurso de Poesia de São Bernardo do Campo
Inscrições até: 30 de Novembro de 2004
Regulamento:
O Clube dos Escritores Piracicaba abre o II Concursode Poesia de São Bernardo do Campo, com tema livre, aberto a todos os poetas do Brasil. As inscrições estão abertas até 30/11/04, e os interessados poderão se inscrever com até dois poemas, inéditos ou não, assinados por pseudônimo, escritos em português, de até no máximo 30 linhas, datilografados ou digitados em papel A-4, de um só lado da folha, em espaço duplo enviando os trabalhos pelo sistema de envelopes para Iracy Carrijo, Caixa. Postal 208/Centro, São Bernardo/SP, CEP; 09701-970, tendo como remetente, no envelope maior, Carlos Afonso e no envelope menor, breve currículo, identificação completa incluindo pseudônimo, telefone e e-mail, data de nascimento e o pagamento da taxa de R$ 5,00. A premiação será anunciada em maio/05. Maiores informações pelo e-mail: bart.net@bol.com.br
Escrito por Weder Soares às 15h30
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Balada da Separação
A garganta recolheu/
todos os gemidos.
E só depois da chuva/
Soltou o poema.
Escrito por Weder Soares às 15h26
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Complexidade
A carne/
a cor,
A dor/
(a) mesma rua
(a)perder de vista.
Escrito por Weder Soares às 14h09
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Conto do Tempo
A segunda-feira brinda as calçadas e ruas. O sol em seu ensaio matinal, invadindo casas e quintais, alimento ofuscante em escamas e sons.
Da pequena janela podia-se acompanhar os varais refestelados de cores, espalhando no ar perfume de jasmim. Lavei o rosto, o medo escorria-me pelos sulcos das faces, mergulhei o espelho acordei respostas escondidas em seus cantos.
O cabelo em desalinho mostrava-me o peso da noite, quantas agruras? Procuras.
O mesmo sol atravessando as cortinas, essência de querer ser.
Sobre a cabeceira calada, cúmplice de tantas teorias e planos, a roupa perfeitamente passada. Ferro, voz os calos cansados em breves rimas, as mãos suadas, deixam as marcas de alguma história vivida. Apanho o sabonete: branco como todas as desculpas malditas, fragrância de flores, farta espuma, bolhas e birras invadindo todos os meus ócios. A torneira pingando, compasso, compenso, complicados momentos, no fundo do mesmo espelho cacos incompreendidos. Vou contar as folhas que restam, aglutiná-las ao santo do dia, deixar a magia saltar os laços da realidade, compor sem pressa uma balada romântica; fazer-me presente no nascer dos contos. Era eu mesmo? O gênio do espelho! metade vento, outra metade lamento. Lamento o tempo perdido, os beijos partidos; lamento ter estado ausente na hora das refeições, lamento não ter entendido as lágrimas, esquecido as datas importantes; lamento ter esquecido até mesmo quem eu era.
As roupas espalhadas, o dia, o nó da gravata, os nós da distância... Eu ria, tu rias, as diferenças servidas com pão de queijo e café amargo... Amargo como as palavras da contra-capa. Hei de esquecer! Aproveitar as fórmulas e diálogos, contemplar ainda da janela todas as horas. Ouvir os passos cadentes, dobrar as bandeiras, escavar as gavetas... E só assim acordar novamente.
Aura liberdade nos becos e bocas, brilho, tempestade fresca, terra acolhendo versos, para onde? Se os caminhos se desencontram, dando espaço à poeira, procura. Rompe a neblina na lua das coisas. Santas merecidas (causas). Menino de asas, filho de Ícaro (sozinho) cantarolando nos telhados da agonia. Acorda sombra! Desperta seu Pierrô entre beijos e gozos; na órbita celeste vôo imaginário, transpondo barreiras (bolhas). Pescador de fantasias, esconde a cara debulha os pontos. Palhaço de luxo, sons. Salte as lâminas embebidas de sangue: solte-se na ruptura dos movimentos. Derrame estrelas. Enquadre os mais puros desejos, movimente a tela, dobre a pauta... Tinta mescla canção, faça das cores sua oração... E assim abraçarei novo espaço, dedilharei o tempo, uma pausa confusa, semifusa, orquestra de estrelas vagas... Vaga-lumes viajantes em noites tardias de mim. Melodia orvalhada nesse poema encarnado. Espelho do mar, estada de infinito cantar. Meu céu assim, beijando o azul quase sem fim.
Escrito por Weder Soares às 13h26
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Adivetrom
I Adiv
Cópula/
Um drink casual
Felá(cidade) e rimas/
As letras prontinhas (tonta s
Permissível verbo.
Invade as ancas/
Procelas, retinas
Véu/céu a batalha/
Na ilha das cismas.
Ceva o tempo/
Arreda a renda/
...(a) fenda
a boca
a poesia molhada/
fecunda(da) escorre,
explode em gozos.
Mãe-do-corpo/
Em sílabas
Acolhe a escrita,
Placen(pre).
II Etrom
Alguma forma a(crescer/
Invadindo as alas
Elas (hederiforme)
Ponto/
Sem final
Nu baú/
Saudades. In memoriam.
Escrito por Weder Soares às 13h24
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Ser/mente
Semente ígnea
Plantada a ferro/
Magma boca decorada
(a)lavar palavras.
Primícias, sedas/
Sem soma/
a subtrair desejos.
Coisas divididas/
Multiplicando o verbo.
Usaria de novo/
minha roupa preferida/
codificada/ halo.
Alfabeto de vozes e vírgulas
Haliêutica definida/
Etopeu/
No (eu) Proteús/dias.
Abater (asas) remoídas/
Alma-de-cântaro/
Cismas e rimas/
Opúsculo didático
Nas cordas do alvorecer
Escrito por Weder Soares às 13h23
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O poeta Weder Soares
Weder Soares dos Santos, brasileiro, nasceu em Goiânia –GO em 28 de novembro de 1967, onde ainda reside, casado há 16 anos, com Sônia Castro, é pai de um casal, Diogo Spencer e Jennifer Isabelle.
Encontrou na poesia as linhas, ou quem sabe os fiapos de sua história e tecendo os versos fez de sua voz esses retalhos infindáveis.
É considerado o poeta das metáforas, sua concisão e unidade poéticas, lhe reflete um poeta de amplos recursos formais, sua lingüística instauram o literário na atual visão do fazer estético.
"Percebemos que sua linguagem possui múltiplas dimensões que enriquecem o texto a cada verso, a cada novo arranjo, pois você é o poeta de todas as estações". Bento Alves Araújo Jayme Fleury Curado, é professor, escritor, residente na cidade de Trindade-GO.
"Em poema curtos e concisos Weder nos oferece visões entre/cortadas repletas de sentimentos que ele capta em pequenos flashes; fotos-pedaços que vão "fisgando horizontes improváveis... Yêda Schamaltz, foi professora, escritora, ocupou uma cadeira na Academia Feminina de Letras de Goiás, considerada uma das maiores escritoras brasileiras da atualidade.
BIBLÍOGRAFIA
- 1995 – 3º Lugar concurso de poesia do Jornal ELO da Empresa Telegoiás com a poesia – Tributo a Carlos Drummond de Andrade.
- 1998 – Menção honrosa no concurso de poesia Caminhos do Sol, promovido pela SHAN EDITORES, da cidade de Porto Alegre – RS
- 1998 - Selecionado no VIII Concurso SESI Arte e Criatividade, promovido pelo SESI, Banco do Brasil e FIEG.
- 1999 – Participou das Oficinas Literárias, promovido pela Fundação Cultural Pedro Ludovico Teixeira, através do INSTITUTO GOIANO DO LIVRO.
- 1999 – Selecionado no IX Concurso SESI Arte e Criatividade, promovido pelo SESI, Banco do Brasil e FIEG.
- 1999 – Selecionado no concurso de Poesia Falada, promovido pela Editora Kelps, com apresentação no palco do Cateretê Restaurante e Bar.
- 2000 – Menção honrosa no concurso literário Antologia Poética 2000, promovido pela SHAN EDITORES, da cidade de Porto Alegre – RS.
- 2000 – Selecionado no concurso de Poesia Falada, promovido pela Editora Kelps, com a poesia Triunfo Secular, o qual foi gravado no CD O amanhecer da História – Goiás 250 anos. Onde o autor foi o interprete.
- 2001 – Menção honrosa no concurso Antologia Poética Brasileira, promovido pela SHAN EDITORES, da cidade de Porto Alegre – RS.
- 2001 – 3º Lugar no IV Concurso Novos Valores de Literatura da Fundação Jaime Câmara, com a obra "RETALHOS".
- 2001 – 2º Lugar no XI Concurso SESI Arte e Criatividade, promovido pelo SESI, Banco do Brasil e FIEG.
- 2002 – 3º Lugar no XII Concurso SESI Arte e Criatividade, promovido pelo SESI, Banco do Brasil e FIEG.
- 2002 – Lança o Livro de Poesias "RETALHOS". Pela Editora GRAFOPEL Gráfica e Editora Ltda.
- 2003 – 3º Lugar no XIII Concurso SESI Arte e Criatividade, promovido pelo SESI, Banco do Brasil e FIEG.
- 2004 – Selecionado com a poesia "Adivetron" no Concurso Gremi 2004 – Festival de Artes de Inhumas –GO.
- 2004 – Menção honrosa na categoria Obras Tridimensionais, com a obra "DEUS NEGRO" no XIV Concurso SESI Arte e Criatividade, promovido pelo SESI, Banco do Brasil e FIEG.
- Membro fundador
Sociedade Oficina Literária
Escrito por Weder Soares às 13h08
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Meu perfil
BRASIL, Centro-Oeste, GOIANIA, PARQUE AMAZONIA, Homem, de 36 a 45 anos, Portuguese, Portuguese, Arte e cultura, Música, Estar com a família MSN - wederpoetago@hotmail.com
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Histórico
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